Publicado em Setembro 28, 2007 por Robson
Pequeno resumo de como pode ser feito um diagnóstico inicial. Esse tema será arpofundado mais adiante:
- Levantamento junto a comunidade para as atividades que serão desenvolvidas, quais são os parceiros potenciais para doações, captação de mão de obra voluntaria, etc.
- Pergunta básica : qual é o problem? O que precisamos resolve?
- Como faze: procurar as pessoas que queiram falar o que elas deseja. Exemplo: qual o tipo de curso você gostaria de fazer?
- Falta de, geração de… não são boas iniciais de diagnóstico.
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Publicado em Setembro 28, 2007 por Robson
- Diagnóstico e planejamento participativo;
- Utilização da informática (hardware e software) como ferramenta na captação de recursos, elaboração, gestão e prestação de contas;
- Disseminação de experiências.
O projeto deve ser pensado não com o objetivo de se obter recursos financeiros e sim em qual benefício para comunidade. Um projeto de vida, questionar onde a comunidade quer chegar com esse trabalho à ser desenvolvido.
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Publicado em Setembro 28, 2007 por Robson

A temática das redes não é uma novidade no campo acadêmico. A Biologia e a Física têm apresentado discussões sobre o tema há bastante tempo e as apresentações descritivas não diferem tanto das que temos utilizado, exceto pelas equações matemáticas que empregam em sua linguagem. No entanto, interessa observar a coincidência histórico-conceitual entre o advento do terceiro setor e a utilização intelectual e a própria prática do trabalho em rede. Terceiro Setor e Redes são hoje realidades intrinsecamente relacionadas. O terceiro setor é, essencialmente, uma rede e aqui podemos imaginar uma grande teia de inter-conexões.
Redes de Educação Ambiental, redes emissoras de TV e rádio, redes de lideranças, rede de trabalho e renda… Por mais diversas que sejam as organizações e suas causas, elas têm em comum o propósito de estender suas ações e idéias a um universo sempre mais amplo de interlocutores: beneficiários, parceiros, financiadores, voluntários, colaboradores, etc. Para isso, precisam contar com meios adequados para o desenvolvimento de fluxos de informação, gerenciamento organizacional e comunicação institucional.
O terceiro setor se caracteriza por iniciativas, cujos profissionais envolvidos percebem a colaboração participativa como um meio eficaz de realizar transformações sociais. As instituições do terceiro setor têm procurado desenvolver ações conjuntas, operando nos níveis local, regional, nacional e internacional, contribuindo para uma sociedade mais justa e democrática. Para tanto, e a partir de diversas causas, a sociedade civil se organiza em redes para a troca de informações, a articulação institucional e política e para a implementação de projetos comuns. As experiências têm demonstrado as vantagens e os resultados de ações articuladas e projetos desenvolvidos em parceria.
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Publicado em Setembro 28, 2007 por Robson

O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização das esferas contemporâneas de atuação e articulação social.
A palavra rede é bem antiga e vem do latim retis, significando entrelaçamento de fios com aberturas regulares que formam uma espécie de tecido. A partir da noção de entrelaçamento, malha e estrutura reticulada, a palavra rede foi ganhando novos significados ao longo dos tempos, passando a ser empregada em diferentes situações.
A organização em rede enquanto fato histórico existe há bastante tempo. Citamos dois exemplos de articulação solidária ou organização em rede historicamente inquestionáveis: na idade Média, quando uma estrutura feudal dividia a sociedade em 3 ordens absolutamente hierarquizadas, o povo se organizava em “laços de solidariedade horizontal”. E a articulação de judeus do mundo todo para salvar os compatriotas condenados aos campos de concentração na Europa? Trata-se de um exemplo de iniciativa em rede que simplesmente salvou milhares de pessoas do holocausto.
Mas a conceituação de Rede enquanto sistema de laços realimentados provém da Biologia. Quando os ecologistas das décadas de 1920 e 1930 estudavam as teias alimentares e os ciclos da vida, propuseram que a rede é o único padrão de organização comum a todos os sitemas vivos: “Sempre que olhamos para a vida, olhamos para redes.” (Capra, 1996)
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